<i>TST</i>
Com 75 por cento de adesão, teve lugar na sexta-feira, dia 19, uma greve na Transportes Sul do Tejo, para exigir aumentos salariais, salientando a Fectrans/CGTP-IN que a empresa encerrou o processo de negociações sem aceitar qualquer actualização das remunerações, apesar de ter apresentado lucros nos últimos anos. A Federação dos Transportes e Comunicações acusa ainda a TST de, cada vez mais frequentemente, não cumprir o contrato colectivo e as leis do trabalho. A administração deve ter em conta esta elevada adesão à greve e corrigir a sua postura, reabrindo o processo negocial e passando a respeitar a legislação e o contrato colectivo, conclui a Fectrans, na nota que divulgou à imprensa ao fim da manhã do dia de luta.
Aos passageiros e à comunicação social, nos dias que antecederam a greve, a federação distribuiu uma informação a explicar que o congelamento salarial deste ano se segue a mais de dez anos de progressiva desvalorização dos salários, agravada por constantes violações de direitos, com efeitos pecuniários. Condenou igualmente a degradação do serviço prestado aos utentes.
Aos passageiros e à comunicação social, nos dias que antecederam a greve, a federação distribuiu uma informação a explicar que o congelamento salarial deste ano se segue a mais de dez anos de progressiva desvalorização dos salários, agravada por constantes violações de direitos, com efeitos pecuniários. Condenou igualmente a degradação do serviço prestado aos utentes.